Jornadas Filipinas | Brasiliana USP

Jornadas Filipinas
Universidade de São Paulo,
10 a 17 de junho de 2013

“O Programa de Pós-Graduação em História Social, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), promove em junho as Jornadas Filipinas. O evento é composto por três seminários, nos dias 10,12 e 14 de junho, que ocorrem no prédio da História e Geografia da USP, e de uma jornada, no dia 17 de junho, no Auditório István Jancsó da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, também na USP. Entre outras atividades, consta da programação a mesa-redonda “Uma agenda para os estudos filipinos”, coordenada pelo historiador Fernando Novais (USP), da qual participarão Stuart B. Schwartz (Yale University), Fernando Bouza-Alvares (Universidad Complutense de Madrid) e Ronaldo Vainfas (Universidade Federal Fluminense)”. Leia mais na Agência Fapesphttp://agencia.fapesp.br/17326

Convite para o Dia das Humanidades Digitais

logo-pt-br10 de junho de 2013 será o Dia das Humanidades Digitais. Convidamos a todos os colaboradores e amigos deste Grupo de Pesquisas a participar deste projeto de publicação coletiva, destacando que, pela primeira vez, este projeto que teve início em 2009 tem sua versão em Português e em Espanhol!

O evento pretende reunir pessoas de todo o mundo que falem ou trabalhem primordialmente nos idiomas espanhol e português, para através de texto e imagem registar os eventos e atividades de um dia de trabalho.

O objetivo do projeto é cruzar num único local os labores de todos os participantes, deste modo elaborando um recurso digital com o qual se possa responder à questão: O que é que os humanistas digitais efetivamente fazem?

Como participar?

Durante o Dia, os participantes podem partilhar as suas atividades de trabalho cotidianas através de texto escrito e fotografias que se publicarão numa plataforma digital de acesso livre. No seu conjunto, estas narrativas individuais irão ajudar-nos a identificar uma comunidade de humanistas digitais. Para participar basta registar-se em http://dhd2013.filos.unam.mx , e no dia 10 de Junho de 2013 documentar o teu trabalho diário. É tudo!

Como sei que sou um humanista digital?

As Humanidades Digitais são uma área de investigação, criação e ensino que se ocupa da interacção entre as disciplinas humanísticas e as tecnologias digitais. Abarca uma ampla gama de temas, como sejam o desenvolvimento de colecções digitais, de livros eletrônicos, de arquivos e museus digitais, passando pela pesquisa em grandes volumes de texto, pela elaboração de bases de dados culturais, pela visualização e pela criação de ferramentas digitais destinadas à Linguística, à História, à Arqueologia, à Antropologia, entre outras, incorporando materiais digitalizados ou produzidos originalmente em formato digital.

A nossa proposta sobre o que é um humanista digital pretende ser o mais inclusiva possível, pelo que não há restrições. Se está interessado, participe!

Mais informações

Na plataforma que abrigará o evento, em http://dhd2013.filos.unam.mx, há informações detalhadas sobre o projeto. Voltaremos também ao assunto neste blog nas próximas semanas. Fique à vontade também para enviar sua pergunta no formulário de comentários deste post!

Organizadores

Dia das Humanidades Digitais é organizado por:

Palavras, palavras, palavras…

Uma vez, uma criança muito curiosa que espiava por cima do meu ombro enquanto eu trabalhava na minha tese de doutorado me disse:

Mamãe, o seu trabalho é praticamente palavras! “.  Continue lendo “Palavras, palavras, palavras…”

O que é um MOOC?

Os “MOOCs”  – cursos online abertos e dirigidos a um público amplo (na sigla inglesa para Massive Online Open Course) – têm se multiplicado em  ritmo acelerado pela rede nos últimos anos. O ano de 2012, por sinal, foi apelidado de “o ano do MOOC” por diversos blogs e redes sociais, inspirando também algumas reportagens na mídia impressa.

A rápida disseminação dessa forma de acesso ao conhecimento nos coloca diversas questões interessantes: os MOOCs são mais uma ‘onda’ da internet, ou são exemplos de novas e revolucionárias formas de relação com o conhecimento? Para podermos debater isso, vamos começar fazendo um perfil geral desse estilo de aprendizagem “à distância”.  Continue lendo “O que é um MOOC?”

Day of Digital Humanities 2013

O grupo de pesquisas Humanidades Digitais está participando do Day of Digital Humanities 2013. Confiram nosso blog, em http://dayofdh2013.matrix.msu.edu/humanidadesdigitais/ !

Resumos do Seminário sobre Acervos Digitais

Os resumos de cada dia do Seminário Internacional Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura já estão disponíveis no site do Ministério da Cultura (primeiro diasegundo diaterceiro dia). Em breve, as sessões gravadas estarão disponíveis no Blog do evento.

O digital e as novas formas de construção do conhecimento

O digital e as novas formas de construção do conhecimento

Maria Clara Paixão de Sousa

Comunicação ao Seminário Internacional Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura – 12/03/2013

Créditos das Imagens e
Referências bibliográficas

Illustration of a scholar from The arte or crafte to lyve well and to dye well, printed 1505, the South Quire Aisle – Windsor College http://www.stgeorges-windsor.org/archives/blog/?tag=south-quire-aisle
Illustration of a scholar from The arte or crafte to lyve well and to dye well, printed 1505, the South Quire Aisle – Windsor College
http://www.stgeorges-windsor.org/archives/blog/?tag=south-quire-aisle
WILLEM VAN SWANENBURGH. Leiden c. 1581/1582 – 1612 Leiden.After J.C. Woudanus. The interior of the University Library in Leiden. BIBLIOTHECAE LUGDUNO-BATAVAE CUM PULPITIS ET ARCIS IXNOGRAPHIA. Engraving, 1610. http://www.masterprints.nl/prints/11/si_10.html
WILLEM VAN SWANENBURGH. Leiden c. 1581/1582 – 1612 Leiden.
After J.C. Woudanus. The interior of the University Library in Leiden. BIBLIOTHECAE LUGDUNO-BATAVAE CUM PULPITIS ET ARCIS IXNOGRAPHIA. Engraving, 1610. http://www.masterprints.nl/prints/11/si_10.html
Le diverse et artificiose machine del capitano Agostino Ramelli... Ramelli, Agostino, 1531-ca. 1600. Arquivo digital da Beinecke Library, Elizabethan Club of Yale University, 1032311
Le diverse et artificiose machine del capitano Agostino Ramelli… Ramelli, Agostino, 1531-ca. 1600. Arquivo digital da Beinecke Library, Elizabethan Club of Yale University, 1032311
Chained Library -  Hereford Cathedral. http://www.herefordcathedral.org/education-research/library-and-archives/history-of-the-chained-library
Chained Library – Hereford Cathedral. http://www.herefordcathedral.org/education-research/library-and-archives/history-of-the-chained-library
Cincinnati Public Library, 19th century. http://www.cincinnatimemory.org/
Cincinnati Public Library, 19th century. http://www.cincinnatimemory.org/

Referências bibliográficas

ARL – Association of Research Libraries. Definition and Purposes of a Digital Libraries. ARL, 1995. <http://www.ifla.org/documents/libraries/net/arl-dlib.txt>.

Baganha, Filomena: Novas bibliotecas, novos conceitos. Revista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Porto. ISSN 1646-0502. 1 (2004) 93-97.<https://bdigital.ufp.pt/dspace/handle/10284/616>

Duguid, Paul. Report of the Santa Fe Planning Workshop on Distributed Knowledge Work Environments: Digital Libraries. University of Michigan School of Information, Sept./1997.

Kuny, Terry; Cleveland, Gary. “The Digital Library: Myths and Challenges”, in IFLA Journal, v. 24, n. 2, 1998. <http://www.ifla.org/IV/ifla62/62-kuny.pdf>.

Lucas, Clarinda Rodrigues. O conceito de biblioteca nas bibliotecas digitais. Informação & Sociedade. Estudos, João Pessoa – PB, v. 14, n. 02, 2004. http://143.106.108.14/BoletimSBU/2005/julho/Artigos/IS1420401.pdf

Sayão, Luis Fernando. Afinal, o que é biblioteca digital?. Rev. USP [online]. 2009, no. 80 [citado 2010-09-08], pp. 6-17. <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-99892009000100002&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0103-9989.

Unsworth, John. Forms of Attention: Digital Humanities Beyond Representation. Paper delivered at “The Face of Text: Computer-Assisted Text Analysis in the Humanities,” the third conference of the Canadian Symposium on Text Analysis (CaSTA), McMaster University, November 19-21, 2004. <http://www3.isrl.illinois.edu/~unsworth/FOA/>

Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura


Seminário Internacional Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura

De 11 a 13 de março de 2013, no Auditório István Jancsó da Biblioteca Mindlin (USP), a Secretaria de Políticas Culturais do MinC realiza o “Seminário Internacional Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura”, com a presença da ministra Marta Suplicy na mesa de abertura.

O Seminário propõe reunir gestores públicos e privados, pesquisadores e comunidade acadêmica interessados em sistemas de informações culturais com interfaces colaborativas e arranjos de integração para acervos digitais de bibliotecas, arquivos e museus.

O presente evento dialoga diretamente com o “Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais”, realizado pelo MinC e pela Brasiliana USP em 2010.

Veja a programação do evento e outras informações no sitehttp://culturadigital.br/acervosdigitais/

“Conhecimento Livre”

Open Access
Foto de Biblioteekje.

Não é de hoje que cientistas defendem a ideia de que o conhecimento precisa ser difundido de forma livre para que a sociedade possa apropriar-se dele.
Mas o acesso aberto começou de fato a frutificar a partir dos anos 1990 com o advento da internet e sua capacidade de distribuir informação com custo baixo.”

Conhecimento livre

Fabrício Marques
Revista Fapesp – Edição 201, Novembro de 2012

Este artigo na Revista Fapesp resume os debates mais recentes em torno da difusão livre (aberta e gratuita) da pesquisa científica no mundo, seguindo a repercussão da Semana Internacional do Acesso Aberto de 2012. Como mostra o artigo, há grandes contrastes quanto aos avanços e entraves à difusão livre da produção acadêmica nos diferentes países – vale destacar, nesse sentido, a recente iniciativa de um grupo de cientistas contra a editora holandesa (hoje, na verdade, transnacional) Elsevier, com o lançamento de um boicote que já compreende 12.963 assinaturas – cf. “The Cost of Knowledge“. Nas entrevistas com Jorge Guimarães (presidente da Capes), Rogério Meneghini (coordenador científico da biblioteca SciELO Brasil) e Pablo Ortelado (professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e membro do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação da universidade), o artigo destaca a trajetória brasileira, “única no mundo”, ainda que também marcada por contrastes, como observa Ortelado: “A USP começou a organizar um repositório com todas as teses e artigos de seus pesquisadores, mas não há muitos exemplos desse tipo no Brasil.” Além dos movimentos em curso na USP (veja mais em acessoaberto.usp.br.), destacam-se as políticas de acesso aberto conduzidas pela Fapesp (como a SciELO Brasil), pela Capes (como o Portal de Periódicos) e pelo Ibict (como o Diadorim, Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasilieiras).

Open Access - The cost of knlwledge
The Cost of Knowledge – Cartum de Giulia Forsythe.

Biard na Brasiliana Digital

Detalhe de Présages d’une invasion de fourmis (Sinais de um ataque de formigas). Gravura em madeira, por Auguste François Biard, Edouard Riou e Alexandre Hurel. 1862. Em Deux années au Brésil, de A. F. Biard. Acervo digital da Brasiliana USP.
François-Auguste Biard: retratos do Brasil com humor e ironia

Como parte dos nossos projetos na área de tradução – francês, a Brasiliana USP colocou no ar o trabalho de catalogação das gravuras do livro “Deux années au Brésil“, de François-Auguste Biard: “No final do século XVIII nascia o pintor de costumes François-Auguste Biard, mais precisamente no ano de 1798, em Lyon, França. Seguindo a prática da época, Biard foi destinado pela família a seguir carreira religiosa. No entanto, foi no campo das artes que encontrou sua vocação, ingressando na escola de Belas Artes de Lyon na década de 1820. Mais tarde, em 1827, tornou-se professor de desenho da Marinha, posto que possibilitou seu contato com outras culturas da Europa. As viagens o fascinavam a tal ponto que passou a coletar objetos exóticos por interesse antropológico e a registrar suas impressões pela pintura, em telas que fazia com representações dos locais por onde passava. Expõe, no salão de 1818, sua primeira obra, Les enfants perdus dans la forêt. Em algumas dessas exposições, que aconteciam nos Salões de Paris, chegou a ganhar medalhas. Os quadros de Biard interessavam não só aos entendidos em arte, mas principalmente ao grande público, que apreciava as pinceladas de humor mordaz impressas em suas obras”. Leia o artigo completo de Omotayo Itunnu Yussuf na Brasiliana Digital.

“O Fim do Livro”

O fim do livro já foi anunciado há mais de 150 anos

João Marcos Cardoso
Especial para o blog
Machado de Assis em 1864. Fotografia de Joaquim José Insley Pacheco (1830-1912). Arquivo da Academia Brasileira de Letras, http://www.academia.org.br

Em 1859, um jovem de 19 anos, defensor um tanto ingênuo dos princípios liberais e da crença inabalável no progresso que a eles se associava, publicou no jornal carioca Correio Mercantil dois artigos anunciando o provável fim do livro, cuja proeminência seria suplantada pelo jornal. O falso prognóstico dos textos e a juventude de seu autor teriam selado seu esquecimento se a assinatura Machado de Assis não os acompanhasse. Nesses dois artigos intitulados O jornal e o livro, não há praticamente nada que faça supor o grande autor de Memórias póstumas de Brás Cubas; ainda assim, tanto por suas virtudes quanto por seus defeitos, esses textos escritos por um Machado ainda crente nas ideologias de seu tempo têm muito a dizer sobre as mudanças do nosso tempo, que em vários pontos repetem os prenúncios do passado, como por exemplo o de que o livro em papel perecerá em breve.

Essas profecias já seculares interessam, em primeiro lugar, porque lá como aqui um meio de comunicação relativamente novo e promissor – a imprensa periódica no Segundo Império, as novas tecnologias de informação no séc. XIX – se desenha como uma ameaça a um meio que parece já não adequar-se a um novo ritmo histórico. Assim, diz Machado, o livro teria “alguma coisa de limitado e de estreito se o colocarmos em face do jornal.”; é uma forma obsoleta que se depara com uma “locomotiva intelectual”. Contudo, olhando para trás, não há dúvidas de que apesar da “morosidade” do livro, ele não perdeu o passo da história diante da “presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual” que era o jornal impresso no séc. XIX. O dinamismo infinitamente potencializado das novas tecnologias de informação estariam em melhores condições para decretar o fim do livro, ao menos em sua forma tradicional?

As profecias interessam, em segundo lugar, porque Machado parece muito convicto de que a forma material pela qual o conhecimento é transmitido tem efeitos diretos na construção de seu sentido, na sua inserção em um dado meio social e cultural. Essa convicção é um dos pilares desses dois textos, pois em contraste com o livro, as características formais do jornal – “a forma que convém mais que nenhuma outra ao espírito humano” – estaria na base de uma “revolução na ordem social”: “O jornal é a liberdade, é o povo, é a consciência, é a esperança, é o trabalho, é a civilização”. Aqui chega ao ápice a utopia liberal do jovem Machado de Assis, que via no jornal não só o arauto de um futuro democrático, mas sobretudo o agente que o realizaria. Não é preciso dizer que, olhando retrospectivamente, essa utopia se frustrou; nem o mais entusiasmado defensor do jornal impresso acredita ainda que ele possa realizar essa grandiosa missão.

Atualmente ninguém mais vê o livro e o jornal como rivais, mas ambos parecem ser ameaçados pelo espectro das novas tecnologias da informação, tidas e havidas por muitos como a melhor roupagem do espírito contemporâneo, e mais do que isso como a detentora de um novo projeto utópico. Esse novo formato do pensamento humano desbancará finalmente o livro (e o jornal) e realizará o projeto revolucionário em que o jornal fracassou um século e meio atrás? Algumas décadas depois da publicação desses dois textos, seu autor, já amadurecido e desencantado com as ideologias de seu tempo, talvez risse de seu otimismo juvenil e das predições que dele derivaram. O que diria o Machado maduro a respeito de predições contemporâneas que têm o livro como alvo e que são similares às da sua juventude por seu conteúdo e por seu otimismo?

Bem vindo ao nosso blog! Estamos testando um novo design e nossas páginas estarão um pouco instáveis nesses dias… Obrigada pela sua compreensão.

Inteligência, criatividade, computação e ciência

Diagrama em: Samuel R. Wells. How To Read Character: A New Illustrated Handbook Of Phrenology And Physiognomy, For Students And Examiners; With A Descriptive Chart. Fowles & Wells: New York, 1873. hpp://commons.wikimedia.org/wiki/File:Phrenologychart.png; Domínio Público.
Diagrama em: Samuel R. Wells. How To Read Character: A New Illustrated Handbook Of Phrenology And Physiognomy, For Students And Examiners; With A Descriptive Chart. Fowles & Wells: New York, 1873.

As fronteiras entre as assim chamadas ciências “exatas“, “naturais” e “humanas” tem perdido a nitidez em diversos campos de investigação; é certamente esse o caso da “Inteligência Artificial”. Um debate recente entre o linguista Noam Chomsky e Peter Norvig, diretor de pesquisas da Google, mostra os desafios epistemológicos deste campo de estudos dedicado à compreensão dos mecanismos da inteligência, e toca em alguns pontos interessantes para a reflexão sobre a relação entre as humanidades e as tecnologias computacionais, e quem vem sendo levantados também por algumas vozes críticas no campo das Humanidades Digitais.  Continue lendo “Inteligência, criatividade, computação e ciência”

Acervos digitais e reconstrução de narrativas – o caso da divulgação científica.

Histórias para contar: Acesso a documentos digitalizados ajuda a reconstituir os percursos da divulgação científica no Brasil | Revista Pesquisa Fapesp, ed. 200 – Outubro de 2012

Este artigo da Revista Fapesp aborda  o impacto do surgimento dos acervos digitais nas pesquisas sobre a história da divulgação científica no Brasil, apontando para um processo muito interessante: a digitalização de alguns acervos importantes está mostrando que o que era tido por lacunas do jornalismo científico eram, na realidade, lacunas na informação disponível aos historiadores:  Continue lendo “Acervos digitais e reconstrução de narrativas – o caso da divulgação científica.”